Especial | Leitores (2020).

A imagem que ilustra esse texto é baseada em um ‘mapa mundi’ da ‘welt-atlas.de‘ e as barras do gráfico são meramente ilustrativas.

Até a data em que esse texto foi escrito, os dados apontavam que eu era lido em 42 países no mundo. Sempre tive certa curiosidade em saber o que isso poderia significar na prática. Tento imaginar se são brasileiros morando no exterior, se são estrangeiros dispostos acessando uma versão traduzida ou até mesmo estrangeiros que dominam o Português. Aqui segue a lista, onde o topo representa o maior número de visualizações:

1º – Brasil
2º – Estados Unidos
3º – Portugal
4º – Canadá
5º – Alemanha
6º – Irlanda
7º – Moçambique
8º – Angola
9º – Hong Kong, RAE da China
10º – Reino Unido
11º – Espanha
12º – Japão
13º – França
14º – Argentina
15º – Paraguai
16º – Itália
17º – Suíça
18º – Austrália
19º – Grécia
20º – Israel
21º – Áustria
22º – Gana
23º – África do Sul
25º – Cabo Verde
26º – União Europeia
27º – Luxemburgo
28º – Cingapura
29º – Índia
30º – Dinamarca
31º – Hungria
32º – Ucrânia
33º – Tailândia
34º – República Dominicana
35º – Montenegro
36º – Bolívia
37º – Líbano
38º – Emirados Árabes Unidos
39º – Suécia
40º – Zimbábue
41º – Holanda
42º – Noruega

Tirando alguns países que, sabidamente, são falantes de Português ou do idioma mais próximo, o Espanhol, os demais países se tornam um mistério. Sei que existe uma população significativa de brasileiros morando nos Estados Unidos, Portugal, Canadá, Alemanha, Irlanda, China, Inglaterra e Japão, mas o restante, até onde sei, é muito mais raro. E também não há como afirmar com plena certeza de que sejam leitores brasileiros em outros países. Mas, certamente, essa ideia parece mais plausível, já que não costumo escrever em outro idioma além do Português.

Fico feliz de ver essa diversidade toda, imaginando que as minhas ideias chegam pra outras sociedades ou pra brasileiros que sintam necessidade de se manterem conectados com conteúdos em seu idioma nativo. Aprendo muito sobre diversos países, para sanar minha natural curiosidade sobre outras culturas e outras formas de enxergar a realidade. Eu sempre desejei viajar o mundo todo e vivenciar o que há de mais típico de cada lugar. Às vezes eu vou na contramão da tendência e ao invés de pesquisar mais à fundo os países do topo da lista, tento conhecer aqueles onde hajam menos visualizações, pois imagino que o contexto possa ser mais peculiar para ter conectado tão poucos leitores. Talvez seja tão simples quanto a escassez de brasileiros nestes últimos países da lista ou até mesmo uma menor popularidade por lá dos temas que abordo.

Às vezes vejo alguns sites que possuem um monitoramento automático das visualizações e as respectivas localidades. Embora esses recursos em si sejam geralmente gratuitos, eles só podem ser adicionados a partir do momento em que aderimos à planos pagos na plataforma do blog. Pra mim, escrever é, no momento, mais uma terapia do que uma atividade profissional. Por isso, investir valores extras por aqui é algo que tenho planejado fazer em outro momento, quando eu realmente perceber que o que eu estou comunicando é relevante o suficiente pra justificar um investimento. Não é que eu não goste do que eu escreva, pois se fosse esse o caso, eu simplesmente nem publicaria. O que ocorre é mais uma questão de prioridades. Eu passei um bom tempo me organizando para retornar pra Fotografia, além de concretizar uma mudança significativa de vida, em diversos sentidos. E, felizmente, está tudo se encaminhando bem.

Dentro desse limite, eu procuro sempre melhorar o conteúdo e a apresentação do mesmo, mas, às vezes me sinto um tanto impulsivo, mudando algumas coisas com mais frequência do que, talvez, seria o ideal. Já devem ter reparado que tenho a tendência de manter uma aparência mais escura e introspectiva, quase sempre em torno de tons azulados. Mas, o que faz sentido pra mim, talvez não seja o que funciona bem para os que me visitam aqui para ler. Então eu preciso realmente conhecer mais sobre o público, as culturas, subculturas e personalidade por trás dessas visitas. O simples fato de ser lido em tantos países, já multiplica a diversidade de realidades desse público. Dito isso, seria de enorme valor pra mim que vocês pudessem me contar um pouco mais de vocês nos comentários. Me digam de onde são, onde estão morando, como foi que conheceram os meus conteúdos e quais assuntos geralmente se interessam por aqui. Se preferirem maior discrição, podem enviar uma mensagem através da guia ‘contato’ do site e chegará diretamente no meu e-mail.

Independente de quaisquer dados, eu continuarei escrevendo aqui, pois a literatura é algo que eu sempre tive apreço desde criança e me dá prazer escrever. Funciona muito bem pra mim como terapia, pois o texto é a maneira que eu consigo me expressar melhor. Escrevo para organizar meus pensamentos, ressignificar memórias, transmutar momentos e sentimentos e construir uma mudança de mundo que eu realmente acredito. Através dos temas que eu escolho, eu tento cumprir a difícil tarefa de entender o que está por trás das situações da vida, das sociedades e do comportamento humano, em textos que abordam muito de psicologia, reflexões, filosofia, política e relações humanas. Ao mesmo tempo em que tento dividir com mais pessoas a experiência que adquiri na vida, procuro mastigar temas para chegar em informações novas ou aprimoradas que outras pessoas possam me ajudar a formar e absorver. Nos bastidores da plataforma, existe uma espécie de rede social onde os autores de blogs tem acesso à outros criadores. Frequentemente, o público que lê é também autor em um blog próprio. Além disso, ao acompanharmos a repercussão de cada texto, podemos perceber as categorias e os assuntos que as pessoas mais acessam. Isso nos permite pensar em textos inéditos pros temas com maior demanda ou, então, ampliar as áreas onde ainda há pouco conteúdo.

Como digo por aqui, vocês podem sempre pedir / sugerir temas para novos textos. Caso prefiram o anonimato, podem digitar essas palavras-chave no campo de pesquisa do site e isso fica registrado numa lista dos termos pesquisados. De tempos em tempos eu leio essas listas para ver se estão procurando recorrentemente por alguns temas que estejam em falta no blog.

Por fim, queria comunicar que estive tentando escrever um novo livro nesses últimos tempos, mas ainda não consegui estabelecer algo satisfatório que valesse a pena dar continuidade. Escrever também envolve muitos textos incompletos, muitas desistências, alternâncias de ideias e, claro, altos e baixos entre insights e um provável vazio. Nem sempre temos as palavras prontas na mente e, às vezes, não temos sequer um tema firme pra ser explorado. O segredo da comunicação está exatamente em ter algo pra dizer, ter a necessidade de dizer algo. Essa expressão inevitável sobre qualquer assunto que seja, é o que torna legítima essa comunicação. Quando temos o que dizer, é fácil encontrar um caminho ao longo do texto. As introduções, o desenvolvimento, o desfecho e as conclusões se tornam uma sequência natural e quase automática. Pensar sobre os assuntos por tempo suficiente e organizá-los em um texto é uma maneira de entregar pro leitor uma solução para ideias soltas com as quais ele ainda não tinha visto reunidas de uma maneira consistente que o permita transformar situações avulsas em conhecimento ou entendimento. À medida em que eu organizo o texto pro benefício da minha própria mente, há a chance de que outras pessoas se beneficiem dessa organização na mente delas. E, no fim das contas, acredito que seja isso que conecte autores e leitores.

Se você produz textos em qualquer idioma, ficarei feliz em conhecer. Aqueles que estiverem em Português, Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão, conseguirei me conectar mais facilmente para ler, mas estou igualmente disposto a ler conteúdos de quaisquer outros idiomas, levando em conta que terei que fazer uso de tradução automática do Google Tradutor. À propósito, este site dispõem de uma caixa de seleção de idiomas, onde os usuários podem traduzir automaticamente, diretamente pelo blog. Se puderem incluir um recurso similar em suas mídias, seria de grande ajuda pra mim. À título de curiosidade, além dos idiomas citados no começo desse parágrafo, tenho curiosidade em aprender mais também do Francês, Islandês, Russo, Japonês, Chinês (Mandarim), Coreano, Tailandês, Grego, Latim e Sânscrito. Mas não se sintam restritos à isso. Fiquem à vontade para recomendar conteúdos de quaisquer países e regiões do mundo, em qualquer idioma. Farei o possível pra conhecer, traduzir e absorver. Até breve!

Rodrigo Meyer – Author

Especial | Pesquisa para novos projetos.

O projeto

O blog chegou em mais de 2.500 visualizações, incluindo diversos países. Atualmente estou cumprindo nele um projeto de mais de 600 temas, dos quais cerca de 250 textos já estão no ar. Por conta do blog ter se tornado relevante pra comunidade do WordPress e pra diversos outros leitores pela internet, decidi fazer uma pesquisa sobre a viabilidade de se expandir e/ou fortalecer o projeto através do apoio pelo Patreon.

Como funciona?

Para quem não conhece, o Patreon é uma plataforma onde inúmeros criadores abrem espaço pra recompensas aos usuários em troca de um apoio mensal. São estabelecidas categorias de valor e de recompensa, permitindo que diversos tipos de pessoas possam apoiar e receber seu benefício proporcional. As pessoas podem escolher apoiar um mês e desistir do próximo apoio a qualquer momento. Não há nenhuma obrigatoriedade.

Formulário do Google

Acesse aqui o formulário de pesquisa do Google para deixar sua opinião sobre essa ideia. As respostas são anônimas e são computadas automaticamente em uma planilha pra que eu possa visualizar quão viável é esta ideia e quais meios são melhores para o público. Conto com sua interação no formulário, que é algo bem rápido de responder e vai me ajudar bastante.

Gratidão,
Rodrigo Meyer

Especial | Atendendo a pedidos.

Com base nas pesquisas que os leitores tem feito no site e das solicitações de temas, aqui estão três textos que já percorreram tais assuntos. São estes:

1. Como ser conciso e completo?
Seja conciso nos textos e na vida.
Pré-requisitos para um bom texto.

2. Como você é percebido pelas pessoas?
Como você é percebido pelas pessoas?

Se você quiser ver algum tema por aqui, pode procurar no campo de pesquisa do site e caso não encontre, pode sugerir através dos comentários ou enviando uma mensagem na guia Contato. Também estou aberto pra receber sua interação na página do Facebook, onde você pode enviar uma mensagem inbox.

Rodrigo Meyer