Até que ponto a privacidade importa?

Todo ser humano tem, ou deveria ter, seus momentos pessoais, sua privacidade, seu tempo isolado do restante das pessoas. A depender do modelo de sociedade, isso pode ser mais incisivo ou menos, mas todos nós, em menor ou maior grau, tem ou precisa ter alguma privacidade. Nos tempos modernos, isso pode estar se perdendo devido ao vício em tecnologia em um modelo que incentiva a exposição de dados e a própria imagem.

Nas redes sociais como Facebook, Instagram e similares, parece haver uma disputa por espaço e visualizações que fisga, principalmente, os mais inseguros. As pessoas parecem usar a simbólica aprovação virtual nessas mídias como compensação pela necessidade de se sentirem importantes ou apreciadas na vida real. É uma espécie de efeito colateral da insegurança ou falta  de amor-próprio. A pessoa pode estar carente por atenção e validações positivas, mesmo que sejam apenas representações como o surgimento de um novo inscrito, seguidor ou uma sinalização de ‘like’ em uma mídia ou publicação.

Toda mídia nasce pra ser exposta, mas isso não significa que a exposição precisa ser da pessoa ou de sua privacidade. Uma coisa é um músico fazer um show diante de uma plateia e outra, completamente diferente, é expor publicamente sua rotina, sua imagem fora dos palcos. Mas, vivemos tempos onde os exemplos de sucesso na internet se tornaram uma meta de trabalho pra muita gente. As pessoas querem viver o sonho de poder ganhar dinheiro trabalhando com mídias a partir de suas próprias casas. A princípio isso não tem problema algum, mas começa a ser prejudicial quando as pessoas querem chegar em algum lugar, mas não possuem nada importante para mostrar. Na ausência de uma criação, elas acabam se tornando o próprio conteúdo da mídia.

Parece cômico quando descrevemos isso, mas existem milhares e milhares de pessoas que conquistam visualizações e fãs apenas por se exporem e não por criarem algo. Provavelmente seriam anônimos em tempos anteriores à internet ou às redes sociais virtuais, mas atualmente estão se tornando celebridades que vieram de lugar nenhum e caminham sabe-se lá pra onde. É compreensível que alguém veja um músico, goste do trabalho dele e torne-se interessado de ver seu site, suas fotos ou até mesmo algumas curiosidades de sua vida pessoal, mas o que dizer de alguém que não está produzindo nada? Por qual razão as pessoas estão dando validações à pessoas que ligam suas câmeras de vídeo, gravam qualquer aleatoriedade e sobem esses vídeos para internet em busca de algum sucesso? É preocupante o nível de quem assiste esses “conteúdos” e de que os cria. Estranhamente, essas duas pessoas foram feitas uma para as outras. E são muitas.

Resumidamente, as pessoas descobriram que a mesma curiosidade vazia e doentia que elas possuem das banalidades, outras pessoas também possuem e, então, esse seria um jeito fácil de atrair muita atenção na sociedade, agora que elas podem simplesmente ligar um dispositivo e alcançar milhares de pessoas no mundo, via internet. Com a remuneração vinda de sites como Youtube e similares, as pessoas estão  vidradas em querer chegar o mais rápido possível no objetivo ilusório da fama, da popularidade ou mesmo da riqueza financeira. Isso se torna especialmente danoso quando essas pessoas de fato alcançam essas metas e percebem que é possível ser fútil e ser recompensado com dinheiro, fama ou qualquer que seja o objetivo sonhado pela pessoa. Então, esse sistema incentiva pessoas já enfraquecidas da mente a intensificarem esse modelo de vida. E exemplos não faltam. Recentemente veio à tona o caso de um youtuber que, para conseguir visualizações, apelou para a extrema irresponsabilidade, gravando um vídeo em formato de vlog fazendo sensacionalismo, humor e deboche de uma área no Japão onde costumam ocorrer muitos suicídios. Há algum tempo atrás uma pessoa disparou um tiro em si mesma como forma de “conteúdo” para um vídeo pra internet e acabou morrendo.

Embora a idiotice humana esteja mais evidente nesses casos citados, ela está presente em inúmeras outras situações que talvez sejam menos notadas ou citadas, justamente porque causam menos repercussão social, já que não lidam diretamente com a morte. O ser humano parece ignorar os danos antes que eles se tornem drasticamente um assunto de vida ou morte. Mas você já parou pra pensar em quantas outras coisas “mais leves” essas pessoas já tentaram antes de apelar pra esse tipo de vídeo drástico? Você já pensou no tipo de obstinação que essas pessoas estão, atrás de mais e mais visualizações e lucro, a ponto de ignorar qualquer tipo de valor ou racionalidade, usando a imbecilidade como recurso de pseudo-entretenimento, apenas por saberem que sensacionalismo vazio pode finalmente tirá-las da miséria financeira? Que tipo de mensagem isso passa pra humanidade? Que tipo de pessoas serão formadas a partir desse público assistindo isso?

É fácil perceber que o futuro poderá ser assustador em um mundo onde as pessoas farão qualquer coisa por mais visualizações, mais dinheiro e mais atenção. Se elas já aceitam zombar do suicídio ou arriscarem-se a um tiro de arma apenas para atiçar a curiosidade das pessoas sobre aquele vídeo, imagina no que mais estarão dispostas, quando sentirem a pressão da “concorrência” em uma internet cada vez mais acessível, cada vez mais veloz e cada vez mais rasa. Lembre-se que alguns exemplos são apenas casos pinçados na memória dos últimos tempos e que é difícil mensurar quão mais longe isso vai em termos de quantidade e de má qualidade, mas as estatísticas dessas plataformas de “conteúdo” resumem bem pra onde estão indo a atenção social e o dinheiro. Infelizmente as notícias não são boas.

A privacidade morreu desde que as pessoas decidiram preencher formulários sobre seus gostos musicais, suas marcas preferidas, seus hobbies, seus espaços de trabalho, seus telefones, etc. O Facebook é um imenso compilado da vida de cada membro. A medida em que interagem pela exposição de suas privacidades, removem a última barreira entre elas e os anunciantes. Agora, governos e empresas podem ter, facilmente, informações valiosas pra determinar como manejar o público pra um determinado objetivo. Pode soar como alarmista, mas isso já é feito há muito anos na internet e já existia até mesmo, com menor eficácia, nos tempos de televisão. A internet, infelizmente, conecta o próprio consumidor diretamente com as mídias, fazendo ele se tornar um funcionário eficiente que não só entrega todo seus dados de graça como ainda paga pra fazer isso através das caras mensalidades dos serviços precários de acesso à internet.

Antes da era dos reality shows as pessoas se surpreenderiam de ver pessoas se expondo 24 horas por dia diante das câmeras para um grande público. Foi exatamente essa surpresa que atraiu também a atenção problemática para este tipo de programa nas televisões. O sucesso desse tipo de conteúdo inútil abriu um precedente desastroso pras mídias vindouras na internet. Agora as pessoas podem ter seus próprios reality shows feitos de suas próprias casas. Já não se importam de ligar a câmera e se filmarem almoçando, dormindo, usando o banheiro, viajando, interagindo com parentes. Perceba que a crítica não é para as pessoas que sentem-se livres e à vontade diante dessas atividades a ponto de não se importarem de dividir um vídeo com isso. A crítica é sobre as pessoas estarem se forçando a perder uma privacidade que antes tinham vergonha de expor e agora o fazem estritamente pela pressão pessoal e social de ganhar dinheiro e fama com esse acordo. Cada vez mais se permitem serem pisadas e também de pisar em troca do crescimento das estatísticas dessas mídias. Percebe a diferença?

Eu, por exemplo, não me imaginaria correndo atrás de fama e dinheiro usando minha rotina como ponte. Não é com esse tipo de ação que eu pretendo chegar a mais pessoas ou a algum dinheiro. Sendo bem simplista na analogia, a sociedade atual está fazendo com suas vidas pessoais e profissionais o mesmo que a indústria pornográfica fez com o Cinema: substituíram os roteiros e produções por cenas extremadas de algo que muitas pessoas desejarão ver, não pela qualidade, mas pela curiosidade ou impulso. Aliás, diga-se de passagem, o próprio Cinema fez e faz apelos sexuais para engajar plateias. Imagina quão pior está em mídias que já nasceram sem roteiros ou objetivos consistentes. Me desculpe por relembrar, mas o Youtube já foi palco pra uma pessoa beber água com fezes em um vídeo para viralizar em busca de fama. Se isso não é imbecil o suficiente em todos os sentidos, eu não sei mais o que seria.

Diante de tudo isso que foi dito, ficam algumas perguntas: Até que ponto a privacidade importa? Será que as pessoas realmente valorizam a privacidade? O que sobrará pra desvendarmos se tudo nas pessoas já está exposto de maneira automática praticamente? Quem serão essas pessoas daqui alguns anos, tentando se destacar no meio de outros sensacionalismos extremados? Que tipo de saúde psicológica e física essas pessoas terão debaixo desse modelo de vida que está se tornando tendência internacional? Que tipo de vida pessoal e social essas pessoas terão, se tudo que fazem na intimidade é recheio para o trabalho?

Se tornaram escravas por opção ao trabalhar 24 horas por dia, em condições questionáveis, para gerar um conteúdo dispensável, mas que, infelizmente, outras mentes vazias podem ter disposição de absorver pois vivem como zumbis acorrentados na frente de um celular ou computador. Muitas dessas pessoas já não filtram nem mesmo a privacidade sexual, em um mundo onde a troca dos chamados ‘nudes‘ se tornou tão corriqueira que as pessoas acreditam ser necessário e normal. Acostumadas a se exporem em formulários, interações, fotos e vídeos, chegam a cobrar dos outros que façam o mesmo. Uma triste maneira das pessoas se escolherem entre si com base em estereótipos, rótulos, fotos forjadas e todo tipo de alucinação que figura ao lado da realidade aberta dessas pessoas.

Estamos pulando fases importantes da socialização e da descoberta da vida. Nossas premissas de valor e objetivos estão escorrendo por entre nossas mãos, a medida em que tentamos segurar esse mar de ilusões pautadas em status, dinheiro, poder, aceitação, validação pública, etc. Extremamente danoso, extremamente perigoso, extremamente “humano” nos tempos atuais.

Rodrigo Meyer

Anúncios

Interagir com pessoas pode reduzir nossa lista de contatos.

2017_mes03_dia26_13h00_interagir_com_pessoas_pode_reduzir_nossa_lista_de_contatos

A imagem que ilustra esse texto é parte da pintura de autorretrato intitulada de “Madame Vigée-Lebrun et sa fille” feita, claro, pela própria Louise Élisabeth Vigée Le Brun (1789)

Parece até estranho que conhecer mais gente faça encolhermos nossa lista de contatos, mas isso pode acontecer porque os filtros são parte das relações humanas. Alguns são mais sensíveis, outros menos, mas todos nós filtramos. E mesmo conhecendo muita gente, acabamos encurtando esse número. É claro que há pessoas que possuem pouco filtro e, seja lá porque motivo for, optam por acumular o maior número possível de contatos.

A princípio, quando conhecemos alguém, seja presencialmente ou pela internet, sabemos pouco da pessoa e, assim, a convivência leva um tempo até revelar algumas nuances. Às vezes a pessoa do lado de lá da relação, tem expectativas das quais não preenchemos e outras vezes somos nós que comparamos as pessoas que chegam com aquilo que esperávamos. Mas, sabemos, manter expectativas não é muito saudável ou útil. Deixe que as pessoas se mostrem tal como são e siga seu caminho sem pesos ou euforias antecipados.

Em épocas mais remotas da internet era comum adicionarmos no extinto Orkut qualquer pessoa que surgisse pela frente, mas não passávamos nosso telefone pra ninguém. Hoje em dia isso se inverteu. Escolhemos quem entra em nossos profiles de rede social, mas o telefone celular está disponível pra qualquer um na face da Terra. Muito provavelmente isso ocorre porque o celular não revela grandes informações acerca da pessoa, enquanto que o profile de Facebook ou outra rede social similar, é praticamente um grande resumo da vivência de cada indivíduo. Além disso, antigamente o celular servia mais para telefonemas e mal tínhamos como escolher quem poderia nos telefonar. Hoje em dia os sistemas operacionais dos smartphones nos permitem controlar as interações que recebemos de forma a barrar aquilo que julgarmos indesejado.

Na vida social fora da internet, temos menos opções de controle, porém as pessoas costumam se impactar mais pelas interações ou rejeições. Ao entrarmos em um comércio, não há botão de bloqueio como nos eletrônicos, mas pode haver uma cara fechada, um sorriso que não se inicia, um atendimento ruim ou um contexto qualquer que não nos agrade. O ser humano tem nas mãos a escolha de lugares, produtos, pessoas, hábitos, hobbies e tudo que quiser idealizar para sua realidade.

Na família há sempre um grupo de pessoas dos quais gostamos menos ou mais. Estamos sempre medindo nossas relações com as pessoas. Às vezes por questões de semelhança nos interesses ou na forma de pensar, às vezes por algo mais sutil como química ou energia, entre outras coisas. Fazemos isso nos contatos profissionais, nas escolas, nos círculos de amizade e onde mais encontremos outros seres.

Mas existem dois lados dessa moeda. Conhecer tanta gente nos faz filtrá-las, mas é dessa maneira que também pinçamos novas pessoas à cada filtro. Então ao longo da vida, nossa lista de contatos cresce sutilmente, mas é sempre um número menor do que o mar de gente que passa por nós. Perdemos muitos contatos pelo meio do caminho. As pessoas ficam, a gente segue. Dizem que quem tem um amigo, tem muito. De fato não é nada fácil perdurar uma amizade em um mundo onde a maioria dos contatos são superficiais e até falsos. Assisto todos os dias as pessoas levando rasteiras dos próprios “amigos”. Isso denota o mal uso do filtro. Conhecer pessoas é bom, mas saber filtrá-las no tempo certo é melhor ainda.

Até a data desse texto, a norma do Facebook estipula um limite de 5 mil contatos possíveis em um profile na rede social. É claro que, algumas pessoas gostariam de adicionar todo o planeta, mas certamente não conseguiriam gerir nem mil pessoas. Quanto mais ampliamos nosso círculo de relações, mais superficial se tornam os contatos, porque temos menos tempo, interesse e conhecimento pra nos aprofundar em cada pessoa. Mas há quem use esse excesso de gente como uma tentativa de estoque, como quem guarda cartões de visita de tudo e todos que conhece. Mas isso não funciona de fato, porque a própria rede social limita a visibilidade da maioria esmagadora desses contatos, simplesmente porque é inviável apresentar tanto conteúdo em uma mesma área que corre conforme os rápidos momentos em que o usuário está conectado para ver seu feed na rede social. Então, torna-se apenas um aglomerado de nomes e quase nenhuma socialização consistente com as pessoas por trás desses avatares. Mal chegamos a ver o que 5 pessoas estão fazendo no Facebook, que dirá 5 mil.

Com o advento das fanpages, pessoas e empresas estenderam suas relações para o mundo de uma maneira mais organizada, mas isso não muda a equação que inviabiliza uma única pessoa ter contato profundo com 5 mil pessoas, 100 mil ou 1 milhão delas. Esses contatos se tornam mais uma relação profissional distante e com mensagens cada vez menos individuais. Me faz lembrar dos discursos em festas de casamento, onde alguém se dirige ao microfone para falar pra uma multidão de 100, 200 ou mil pessoas. De certo que não há agradecimentos e memórias para serem compartilhados com cada uma delas, então ou escolhe-se as pessoas mais relevantes para citar ou faz-se um discurso genérico que sirva à todos.

Mas, as relações humanas de amizade não são contatos de um comício político, uma festa pública na cidade ou uma nota informativa estampada num jornal de grande circulação. Se quisermos atribuir algum valor pessoal para nossos contatos, precisamos reduzir esse número. Ao invés de atirarmos pra todo lado sem acertar ninguém, precisamos ser como um sniper, que mira adequadamente por um tempo maior e traz resultados ao invés da ilusão da quantidade.

Oportunidades de relacionamento amoroso, amizades, parcerias profissionais ou em outras atividades, surgem de muitas maneiras, mas elas se estabelecem de forma sólida e mais realista quando são aprofundadas pelo contato dedicado das partes. Você não precisa abandonar outras opções ao redor, mas precisa investir tempo e atenção naquilo que lhe é valoroso e prioritário. Se imaginarmos dois sócios em uma empresa, por exemplo, a amizade é um ponto crucial para evitar desentendimentos ou trapaças. A confiança é sempre dirigida entre pessoas e não entre profissionais. As profissões são parte das pessoas e ao escolhermos alguém pra atuar profissionalmente, estamos elegendo junto a pessoa completa, com todas suas faces.

Em um casamento, também estamos traçando relações pessoais com o inteiro de uma pessoa. Não existem muitos casos onde o indivíduo não seja tão importante pra traçarmos uma atividade consistente. Na minha visão, qualquer espécie de relação começa da amizade. Busco pra trabalhar comigo pessoas com as quais tenho afinidades emocionais, convivência, interesses em comum, boas memórias, confiança, apoio mútuo, etc. Fico espantado, por exemplo, quando alguém diz que não namoraria amigos. Deveria ser exatamente o inverso. Quem em sã consciência prefere namorar um desconhecido ou um potencial inimigo? Namore e case com um amigo, com certeza! E alguns dizem também pra não misturar negócios e amizades. Pois não há mentira maior. Trabalhe entre amigos sempre! Fuja de relações profissionais que não são alicerçadas em sólida amizade. Confiança e senso de família, afeto e apoio mútuo farão vocês se unirem pra um propósito e lutarem juntos por qualquer dificuldade que surja. Quando não há amizade entre os envolvidos, ao primeiro sinal de dificuldade, pulam pra longe um do outro e abandonam o barco. Essas relações não contribuem para se levar um negócio adiante.

Observe como surgiu a Google e depois compare com a relação difícil na Apple entre Bill Gates (um funcionário da Apple na época) e Steve Jobs (seu chefe). Bill Gates acabou saindo na frente de seu chefe, fundou sua própria empresa e hoje as duas marcas (Apple e Microsoft) figuram afastadas. E diga-se de passagem, se não fosse o generoso empréstimo que Gates deu à Apple, somente a Microsoft teria sobrevivido. Hoje, numa relação confusa, a Apple atende um mercado de elite enquanto a Microsoft abrange a sociedade de forma mais massiva. Estes dois profissionais não dividiriam o mesmo ambiente por muito tempo e não chegariam a experimentar uma amizade sólida enquanto estivessem focados em enriquecer à qualquer custo.

Relações profundas são a chave de qualquer projeto de vida, seja no campo profissional, emocional, familiar, filosófico, religioso, etc. A redução dos contatos é inevitável, mas é saudável se você souber gerir os tais ‘recursos humanos’ sem cair na maneira pejorativa de interpretar isso como faz a maioria das empresas com seus departamentos de contratação. Se você trata as pessoas apenas como uma fonte conveniente de habilidades e prestações de serviços, você está atirando em seu próprio pé. Sociedades poderosas poderão ser construídas se invertermos esse modelo doentio de nos relacionarmos e começarmos a firmar mais valor em cada uma das poucas pessoas que escolhemos para habitar nosso mundo mais profundo.

Leitores e escritores estão reunidos neste grupo do Facebook: Escritores e Leitores. Entre e venha conhecer novos conteúdos ou divulgar o seu.

Obrigado por acompanhar. Faça comentários ou perguntas aqui na caixa de texto ou na página. Dê apoio. Vamos todos ler e escrever. Vamos nos conhecer. Se gosta dos textos daqui, deixa um ‘joinha’ no Facebook também.

Rodrigo Meyer