Nenhuma ignorância ficará impune.

Independente dos sistemas sociais e das interações humanas, tudo aquilo que existe, traz consigo a inevitável consequência de sua existência. E o que isso quer dizer? Quer dizer que se existe uma fruta pendurada em uma árvore, haverá um momento em que ela cairá do galho ou será digerida por algum pássaro. Da mesma maneira, se uma pessoa chacoalha uma árvore carregada de frutos, alguns frutos poderão cair. Assim como nenhuma ação fica sem reação, a ignorância humana também não percorre sem consequências diretamente relacionadas.

Se pegarmos exemplos simples, já conseguimos demonstrar esse fato. Imagine que uma pessoa tente construir uma casa, porém sem nenhum domínio de engenharia, construção ou mesmo de física básica e empírica. Visualize uma pessoa tentando erguer 3 andares de pedras pesadíssimas, apenas apoiadas numa base frágil de bambu. O simples fato da pessoa desconhecer as propriedades de resistência do bambu, a torna ignorante nessa tentativa e traz como consequência a impossibilidade do feito e/ou um terrível acidente com as pedras quebrando o bambu e vindo toda obra ao chão.

Na vida, nem tudo que exige noção, conhecimento e controle da ignorância, são tarefas tão óbvias como estas. Ainda que estejamos em uma época dito “tecnológica”, ainda temos que enfrentar muita ignorância que sobrevive ou renasce do passado. A informação precisa chegar pra todos, porém vivemos tempos difíceis onde até a pouca informação começa a faltar e falhar. As pessoas já começam a crer, novamente, em ideias como ‘Terra plana’, resgatando um culto à ignorância que parece ser o centro de suas vidas. Haveria tempo pra simplesmente criticar essas pessoas, porém isso não contribuiria em nada para a melhoria do cenário. Deixemos que as críticas vazias fiquem somente entre os ignorantes. Tomemos pra nós, se objetivamos alguma melhora no mundo, o papel de transformar as pessoas ao nosso redor. Ainda que seja difícil fazer despertar o interesse pela cultura, sabedoria, intelectualidade, noção, razoabilidade, realidade, verdade, educação, etc., precisamos, pelo menos, tentar.

Tudo na vida tem um preço intrínseco que é dado automaticamente, conforme cada pessoa interage na realidade. Seja lá quem for e como for, tudo que for feito, pensado ou intencionado, trará uma proporcional consequência. Assim sendo, nada mais inteligente e útil do que tentar pautar suas ideias, ações e intenções em coisas coerentes, produtivas, positivas, que vão te retornar benefícios ao invés de prejuízos, que vão te abrir caminhos ao invés de lhe fechar portas, que vão lhe tornar alguém mais esclarecido ao invés de alguém mais facilmente enganado, que vão lhe dar mais paz ao invés de lhe tornar alguém que muito odeia e se torna inconveniente por isso.

Você pode jogar pedras para o alto, livremente. A liberdade é justamente poder fazer o que se quer, mesmo que seja uma idiotice completa. Contudo, em toda liberdade existe o preço da responsabilidade com a colheita obrigatória das consequências. Nada que fazemos vem sem consequências, mesmo que elas demorem a chegar ou a serem notadas. Inclusive, é justamente entre os ignorantes que estão as pessoas que menos notam a consequência das coisas, sendo isso, portanto, o principal motivo pelas decisões pouco inteligentes destes indivíduos. Quando assistimos conteúdos de humor, rimos, muitas vezes, das trapalhadas que o ser humano consegue fazer ou dizer. De alguma forma, rimos daquilo que nos parece incabível demais pra ser levado a sério. Contudo, séries de desenho animado como “Os Simpsons”, nos faz lembrar que grande parte da sociedade real é passível de piada. Se procurarmos com um pouco mais de sinceridade, certamente encontraremos em muitos de nós, inúmeras atitudes, pensamentos ou intenções, que nos tornam ridículos. Sabendo disso, precisamos estar preparados para lidar com essas questões, muito além do simples ato de rir e esquecer de tudo após o fim de um episódio televisivo.

A ignorância é o que faz, por exemplo, uma pessoa ser vítima fácil de uma notícia falsa ou um estelionatário. Quem desconhece a realidade, acaba por ser como um papel em branco que tudo aceita. Aquele que nada conhece sobre a vida, não tem parâmetros e nem memória pra se orientar sobre o que é suspeito, estranho, problemático, falho, inverídico, perigoso, etc. A criança que nunca viu o fogo agir, certamente, corre o risco de queimar a mão diante da curiosidade pela chama luminosa. O esclarecimento sobre os perigos do fogo e a reiteração de que o fogo é perigoso, através das demonstrações de como ele sobreaquece tudo, como ele destrói as coisas e como ele pode sair de controle se for negligenciado, são formas de instruir uma criança ou leigo sobre o funcionamento do fogo, o uso correto desta ferramenta e as precauções diante do tema. De maneira semelhante, instruir pessoas na sociedade sobre todas as demais questões, as ajudará a lidar melhor naquilo que elas não possuem, inicialmente, nenhuma prática ou afinidade.

Em situações difíceis como a do Brasil nos diversos setores, é preciso, mais do que tudo, investir pesado na transformação das pessoas, no discernimento da realidade, na valorização de si mesmas, na valorização do raciocínio, do conhecimento, da intelectualidade, do embasamento, do discurso, da reflexão e do preparo pra que estas pessoas transformadas sejam também agentes de transformação nos próximos indivíduos. É desse ciclo perpétuo que extrairemos alguma chance de nos tornarmos um coletivo que consegue desfrutar de cada vez mais qualidade de vida. Qualquer país com qualidade de vida (e, claramente, Estados Unidos e Brasil não são um deles), o investimento no que realmente importa é a prioridade sempre. No Brasil, a maioria dos políticos, por questões de agenda ideológica, parece ter como principal atividade a desvalorização de tudo que é urgente, justamente para enfraquecer a mente do brasileiro médio, tornando-o mais fácil de ser controlado e subjugado. É tarefa constante para tais políticos mencionados, ampliar, dia após dia, os mecanismos de cerceamento da autonomia, do aprendizado, da liberdade e da reflexão, tal como os exploradores da vida alheia que colocam cabrestos em cavalos e similares, para melhor poder conduzi-los até o destino, sem que os animais se distraiam com os perigos que os circundam. Aliado ao cabresto, está o freio, um mecanismo covarde colocado na boca do cavalo, que tensiona a língua para que ele desista de uma reação livre, pelo condicionamento à punição que é controlada pelas rédeas do explorador que o monta.

Para se ver próximo da tão sonhada liberdade e qualidade de vida, é preciso se aproximar de tudo que alguém lhe oferece rumo à transformação do seu ser. De nada adiantará ter acesso à uma Universidade, por exemplo, se sua consciência política e social é nula. De nada servirá um salário, se lhe falta discernimento sobre como fazer bom proveito do dinheiro. Toda conquista social deve incluir avanços paralelos em todos os setores. Entender seus direitos, seus valores e seus potenciais, lhe ajudará a tomar decisões mais inteligentes e úteis em tudo que você for fazer ou falar. Quando você tem bem claro na sua mente quais são as prioridades em determinado assunto, você consegue agir de forma coerente, se afastando da ignorância e, portanto, das consequências tristes dela. Em resumo, você ganha qualidade de vida, colhe coisas úteis por saber como plantar coisas úteis. Essa regra de realidade nunca vai mudar. Quanto mais você aprende, mais você reforça essa verdade. E quanto mais verdades um coletivo conhece, mais força tem pra exigir o necessário.

Se você observar a sociedade ao redor, verá um mar de gente errando e errando muito. Embora hajam todos os níveis de equívoco em uma sociedade, se a maior parte da população fica largada ao acaso, o grau dos erros começam a subir pra todos em velocidade espantosa. Por isso, a base é sempre a prioridade de uma ação. Você deve sempre tentar apoiar e instruir as pessoas que estão iniciando a jornada na vida. Repassar seu conhecimento e suas ferramentas de transformação para crianças, adolescentes, cidadãos que estão começando a ter noção de História, de Política, de Sociologia, de Economia, de Trabalho ou qualquer tema primário que afete ele diretamente em sua existência no coletivo. Você nunca conseguirá fazer uma pessoa vencer a si mesma, se negar-lhe o direito de se conhecer e de conhecer o mundo. Se a informação e o esclarecimento não chega em todos os cantos, é papel dos detentores da informação, levar isso a quem não tem. Mas, esteja atento! Isso não pode ser, jamais, um pretexto para o nefasto papel de levar ainda mais alienação às pessoas. Você não pode usar o pretexto da informação, para iludir pessoas, desinformá-las sobre a verdade, convencê-las a força de suas crenças ou preferências pessoais, fomentar pensamentos equivocados ou preconceitos, entre outros lixos tóxicos. Há uma frase de Paulo Freire que diz:

“Quando a educação não é libertadora, a vontade do oprimido é de ser opressor.”

A liberdade conquistada, quando realmente é uma liberdade, visa transformar o entorno em um coletivo igualmente livre. Aquele que desperta de alguma ilusão qualquer que seja, caso veja-se livre pela visão obtida, deseja que o próximo também tenha o direito a esta percepção. Mas, entenda que o direito não é um dever. Retornamos para a ideia de que as pessoas devem ser livres inclusive para errar, senão não é liberdade de fato. Montar uma casa em cima de um frágil bambu é um direito, mas tal ignorância de ato não virá sem uma consequência automática, como já explicado inicialmente. Dito tudo isso, quando uma pessoa conquista o direito de pensar o que quiser, ela arca com as consequências da gerência que faz de seus próprios pensamentos e atos derivados. Agora comece a pensar na consequência de tapar os olhos e a mente diante dos riscos de uma casa em cima de um bambu; de idolatrar políticos imorais que financiam notícias falsas pra tirar proveito fácil de ignorantes que acreditam em tudo; de pseudo-jornalistas que plantam o medo e a discórdia na população ignorante que torna-se facilmente reativa e inconsequente; dos carrascos que riem da cara de seus apoiadores que são pisados e usados em benefício próprio, etc.

A ignorância nunca lhe trará nada de bom, apenas prejuízos. Você nunca se verá livre, próspero, satisfeito, feliz ou com qualidade de vida, por manter-se ignorante sobre as coisas. Não conheço ninguém que prefira ser enganado por um estelionatário ou alguém que prefira ter a casa ruindo ao chão. Se ninguém quer levar prejuízo, porque é que algumas pessoas continuam fazendo as decisões erradas? Porque será que continuam construindo casas em cima de bambus e continuam desinformadas sobre a vida que lhes usa e abusa? A resposta é simples e direta: a ignorância está presente. A boa notícia é que ninguém precisa se contentar com a ignorância, podendo sempre dar espaço pra que ela venha a ser limpa, transformada e substituída em algo que agregue conhecimento, noção, valores, princípios, dignidade, compreensão, visão, velocidade de reação, etc. Quando você investe em você mesmo, se livrando da ignorância, você entende, entre outras coisas, que você é livre pra pensar sozinho, pensar fundo, pensar diferente, pensar de forma mais complexa e completa. Quando você rejeita a ignorância, você se ajuda, você constrói sua vida de maneira mais realista e assertiva. Foi assim com o pedreiro que aprendeu a fazer colunas e vigas, a montar lajes e paredes e a discernir a quantidade necessária de concreto, pra consolidar uma ideia de projeto. Tão importante quanto sonhar / desejar ter a casa construída, é saber como funciona a construção e quais os assuntos que você vai precisar dominar antes de se arriscar debaixo de toneladas de concreto.

Com essa analogia da construção, coloque-se no papel de morador de sua própria vida. Comece a construir sua sociedade, seu bairro, sua escola, sua família, seu grupo de trabalho, seu círculo de amizades, seu espaço de informação e apoio na internet, suas fontes de aprendizado, seu espaços para exercer arte, cultura, reflexão, interpretação de texto, interpretação da realidade, observação crítica e observação criteriosa. Comece a tomar voz para si e comece a ser independente. Como diz o ditado popular, a plantação é opcional às vezes, mas a colheita é sempre obrigatória. Então, escolha com muito carinho as sementes que você vai plantar, porque lá na frente, mesmo que você não tenha capacidade ainda de perceber, virão as consequências de tudo que você foi, fez, pensou, disse e apoiou. Não se deixe levar pelas coisas simplistas, evitando, assim, ser enganado e tropeçar justamente nos problemas que tentaram te vender como soluções. Abra o olho, senão vão implementar ainda mais projetos pra te manter em uma ignorância ainda mais funda. O sonho de muitos exploradores é ver seus explorados convencidos de que não estão sendo explorados, mas apoiados. As vítimas que se deixam levar por essa imensa ilusão, são descritas como tendo a chamada ‘Síndrome de Estocolmo’, onde o oprimido admira seu próprio opressor.

Esse texto se encerra subitamente, justamente pra criar o espaço necessário pra você exercitar sua autonomia e começar a completar o espaço com seus próprios pensamentos, a reflexão de tudo que aqui foi apontado e a oportunidade de, talvez, começar a planejar melhor o que é que você vai construir no presente, pra não se ver ainda mais derrotado no futuro. Seja lá qual for sua condição, estarei aqui pra continuar meu papel de luta, de esforço pela informação. Desejo que todos um dia, cedo ou tarde, encontrem-se no meio da realidade e consigam, pelo menos, compreender que precisam mergulhar mais a fundo e com sincera autonomia, pra conseguir chegar no bem-estar pessoal e coletivo que desejam, mesmo que estejam perdidos por uma vida confusa de conflitos e sentimentos desconexos, mesmo que tenham caído no equívoco do vício pelo ódio gratuito, pelas ações violentas ou desonestas. Se não é possível mudar as sementes plantadas no passado é, porém, possível escolher quais sementes plantar no presente e ter uma colheita melhor no futuro. Faça sua parte e, se precisar, solicite ajuda, sem precisar sentir vergonha, medo ou qualquer outra coisa que seja uma barreira pra sua mudança. Obrigado por ler e até breve.

Rodrigo Meyer

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Crônica | Pensar é crime.

Por quase todo canto que chego, as pessoas querem que eu abdique do cérebro, da reflexão, do questionamento, da verdade, da curiosidade, do raciocínio, da inteligência e do senso crítico. Se incomodam com tudo isso, porque isso evidenciava aquilo que eles mesmos não querem fazer. E não fazem. Se eu estivesse apenas feito um zumbi rindo de uma asneira qualquer, assistindo algum lixo tóxico da televisão ou internet, gastando meu tempo em conversas de elevador, ou gritando aleatoriamente, estaria camuflado entre estes. Mas, escolhi fazer diferente, escolhi, desde cedo, ser eu mesmo, alguém que já tinha esse impulso nato pela curiosidade e, feliz ou infelizmente, uma inteligência acima da média. Não é algo pra se gabar, ainda mais em um mundo onde tal exceção é um fardo para a socialização e aceitação da sociedade precária. Quando temos visão melhor e mais rápida sobre as coisas, não nos contentamos com a maioria das coisas. Depressão? Claro, veio como um tiro, desde criança. Mas, se eu pudesse escolher estar na média? Não sei. Dizem que os idiotas são mais felizes, justamente porque não veem problema em nada e se contentam com pouco. Mas será que valeria a pena atravancar as possibilidades de progresso e satisfação pessoal, só pra ter essa ilusão de felicidade? Reflexões! Reflexões que só são possíveis justamente porque estou onde estou, sou quem sou e faço o que faço. Eu gosto mesmo é de pensar. Sou contemplador e explorador da vida, no sentido mais aventureiro, nessa trilha de mistérios que é o Universo. Cada vez que eu penso, evidencio um não-pensante, mesmo sem querer. Aquilo que eles não entendem (ou não querem tentar entender), soa como errado, soberba, rispidez, insistência. Durante minha vida toda, simplesmente por escrever, muitos achavam que eu queria ser mais do que era. O que eu sei é que eles queriam ser menos do que poderiam ser. E foram. E todos os lados perdem com isso.

Rodrigo Meyer

Crônica | Sou meu próprio presente.

Acordei sem dor. Sinal do corpo se adaptando. Foi uma ótima noite de sono. Sonhei como geralmente sonho: boas realidades intensas. Eu gosto muito mais é de sonhar. Lá as coisas são mais vivas. Acordado, mesmo na melhor das situações, é tudo sem sal, sem moral, sem aquele toque de mistério, de perspicácia. Meus sonhos são ocorrências inteligentes. Não sei se isso depende da minha inteligência ou se simplesmente sou contemplado com algo maior e melhor que eu. O que eu sei é que eu sempre fui muito grato aos meus sonhos. Aproveitei a oportunidade e sentei na cadeira pra escrever. Essa é a rotina que todo autor deveria ter. Hoje me sobra tempo, mas ainda não estou pleno. Sinto falta de me aconchegar com um café sobre a mesa e criar. O que liberta e dignifica não é o trabalho, mas o apreço por trabalhar. Em um mundo onde a maioria é infeliz com o trabalho obrigatório em uma atividade que detesta, eu prefiro a fome do que um tapa na minha dignidade. Prioridades.

Rodrigo Meyer

Especial | Aulas de Redação.

O mundo trás novas oportunidades quando lapidamos nossos processos e objetivos. Aprender a escrever bem é uma destas ferramentas e hoje vou te apresentar uma sequência de aulas que você poderá fazer diretamente da sua casa, através de vídeo-chamadas por skype. Escolha o horário e a frequência de aulas de maior comodidade pra você. As aulas estão compostas em 9 sessões e 2 tópicos por sessão.

Sessão 1:
+ Como fazer uma introdução de um texto.
+ A importância do começo, meio e fim.

Quebre o gelo com a escrita e entenda algumas regras de redação que fazem tanto o autor quanto os leitores se ambientarem ao conteúdo, com interesse e fluidez.

Sessão 2:
+ Aprenda a ser conciso e completo.
+ Estruturando uma argumentação.

A regra da eficiência pressupõem que você diga o maior número de informações com o mínimo de texto possível. Portanto, para não sacrificar seu conteúdo, a redução deve ser planejada com criatividade e inteligência.

Sessão 3:
+ Redação publicitária.
+ Textos persuasivos.

Quando você está escrevendo para um público ou objetivo específicos, existem premissas importantes na sua linguagem e na composição do seu texto, em termos de hierarquia, valores e psicologia. Passar a mensagem correta é construir uma percepção de sentido e valor.

Sessão 4:
+ Como criar títulos funcionais.
+ Tamanho mínimo, médio e máximo de um texto para redes sociais, blogs e livros.

Aprenda a criar títulos curtos, fortes e atraentes que representem muito bem a essência de cada texto. Para ser lido, você precisa ser notado. Descubra também alguns parâmetros sobre o volume do seu texto, truques de edição e questões relacionadas ao seu público leitor.

Sessão 5:
+ Definindo temas para escrever.
+ Encontrando seu estilo de escrita.

Desenvolver a literatura é parte de um hábito. Encontrar temas interessantes e adequados, estão intimamente relacionados com quem você é e qual imagem você deseja passar. Atrelado a isso, encontrar seu estilo te fará único e é exatamente essa característica que te abre espaço entre os demais.

Sessão 6:
+ Estilos literários (conto, prosa, poesia, artigo, etc.)
+ A importância da imagem como suporte ao texto.

Muitas são as possibilidades de expressão. Entenda cada uma delas e conheça as primeiras portas para se aprofundar nas suas escolhas. Depois de ter se estabelecido como autor, é preciso entender um pouco mais da sua própria apresentação. É hora, então, de pensar como funciona a comunicação das imagens que acompanham seu texto.

Sessão 7:
+ Tire dúvidas de ortografia e gramática.
+ Reescrevendo frases em um modo curto, compreensível e sem repetições.

Refine seu texto com um constante aprendizado do idioma. Uma escrita correta e coerência no uso de certas expressões, vão elevar sua credibilidade diante do público e atrair mais pessoas para o que você tem a dizer. Quando você se torna inteligível ao seus leitores, você cria uma conexão sem ruídos.

Sessão 8:
+ Adequando a linguagem e o tamanho do seu texto ao seu público.
+ Consulta de fontes de referência pra dados.

Tão importante quanto escrever correto, é entender os vários ambientes e contextos de leitura. Adequar a linguagem sem cair em clichês ou empobrecimento da escrita é importante pra se manter como referência de confiança pra seus leitores. Transpor naturalidade nas suas frases e dados, exige embasamento e tato.

Sessão 9:
+ Melhorando sua segurança / confiança no ato de escrever.
+ A importância da estética e do ritmo na leitura.

Agora que você já tem as ferramentas para escrever textos eficientes, seu sucesso está mais próximo. Continue escrevendo, perceba os momentos e gatilhos dessa atividade e entenda quais são os fatores que te dão confiança em ser autor. A medida em que você aprende a envolver os leitores ao longo do seu conteúdo, você garante um lugar ao sol e essa é a chave também para você se envolver de forma confiante com sua própria atividade de escrita.

Extra:
+ Grupo Vip.
+ Leituras, análises e correções.

Ao adquirir as aulas, você tem o benefício de participar de um grupo exclusivo no Facebook, somente para alunos do curso, onde você pode enviar seus textos pra que eu possa tirar suas dúvidas, dar dicas, ler e opinar sobre os conteúdos, fazer correções e muito mais.

Investimento:  Apenas R$ 270 reais, equivalente a R$ 30 reais por sessão.
Duração: 90 minutos por sessão com 2 tópicos.

Datas:
Uma vez contratada as 9 sessões, você é quem escolhe o melhor dia, horário e frequência das aulas. Escolha quando começar a primeira e quando retornar para cada uma das próximas.

Dicas: Devido a carga horária e a frequência de sessões, pode ser útil programar e reservar suas datas e horários. Faça no seu tempo disponível e no ritmo que lhe for confortável ou conveniente e, certamente, irá desfrutar de todo o benefício desses conteúdos.

Inscrições e Pagamentos: Você pode adquirir o curso através de pagamentos por PayPal ou PagSeguro, garantindo segurança e praticidade pra ambos. Através dessas plataformas, você pode controlar que os pagamentos só sejam liberados a mim se você efetivamente receber o serviço combinado. Para solicitar mais informações ou se inscrever, entre em contato por mensagem inbox na minha página no Facebook.

Rodrigo Meyer

Especial | Outros mundos pra se visitar.

A imagem que ilustra esse texto é parte de uma fotografia da Galáxia Andrômeda.

Escrever é uma atividade antiga minha, que deve ter começado lá pelos 7 anos de idade. É algo que eu adoro, mas, nunca consegui ser apenas de uma área só. Além de ser um curioso nato por todo e qualquer assunto, sempre fui hiperativo e, pra mim, estar ocupado e produzindo é quase que um vício. Por isso, hoje trago um pouco mais sobre outras atividades minhas. Cada tópico é um link clicável que direciona para outros blogs dessas outras realidades que eu desenvolvo. Não vou listar todos, porque são muitos, mas estes são os principais:

1. Rodrigo Meyer – Photo

Fui fotógrafo ao longo de 17 anos, desde que cursei Fotografia no SENAC. De lá pra cá foram muitos momentos gratificantes criando e comunicando e meus principais segmentos foram: Ensaio Fotográfico, Retrato, Landscape, Arquitetura, Cobertura de Evento, Fotografia Conceitual. Sempre que possível estive também em manifestações, comunicando a essência e cobrindo os fatos. Pelo blog você pode acessar a guia ‘Portfólio’ do menu e escolher entre as categorias para ver um resumo bem pequeno desses 17 anos de Fotografia.

2. Rodrigo Meyer – Design

Minha outra atividade foi e continua sendo o Design Gráfico. Cruzei pelo curso técnico de Comunicação Visual na EPA e depois fiz a faculdade de Comunicação Social – Publicidade & Propaganda na FMU. Tenho desenvolvido Identidade Visual para mídias digitais e impressas, naming (planejamento de nomes de marcas ou projetos), branding (desenvolvimento de marcas), além de ilustrações, arte gráfica, diagramação de sites, flyers, e muito mais. Também atuo na área da Comunicação em si, orientando e gerindo estratégias de Comunicação de pequenas empresas, ONGs e projetos, pra que sejam assertivas e tenham retorno ao lidar com o público. Parte desse trabalho envolve o suporte e administração de redes sociais como Facebook, Instagram, etc., com base nos algoritmos e regras de cada plataforma, pra alavancar projetos e ter o melhor retorno possível.

3. Rodrigo Meyer – Sound

O contato com as mídias e com a música em si, me colocaram também neste caminho. Comecei a aprender música, piano e órgão, desde uns 11 anos de idade, aproximadamente. Com a dificuldade em ter um piano próprio, acabei transferindo essa necessidade de expressão para a música digital ou a edição de áudio. Criando jingles e vinhetas para vídeos, comecei a resgatar o contato com a música. O blog ainda está pouco alimentado, mas o canal no Youtube tem um pouco mais de conteúdo e há planos de retomar a frequência de publicações em breve. Lá pelos vídeos você encontra letras de música narradas e algumas vinhetas.

4. Rodrigo Meyer – Cine

Junto com o desenvolvimento da Fotografia também me habilitei na criação de vídeos. Saltar dessa atividade pro Cinema em si foi uma das tentativas mais entusiasmadas que tive. Durante todos os anos exercendo a Fotografia, escrevi centenas de roteiros pra filmes de curta-metragem. Contudo, pelas exigências técnicas e financeiras inerentes a esta atividade, ainda estão por concretizar. Espero que algum dia haja a oportunidade de colocar em práticas estas ideias. Enquanto isso não ocorre, a edição de vídeos comuns para mídias próprias ou de terceiros tem sido uma das atividades paralelas. Pelo blog vocês pode aguardar por várias dessas dicas de comunicação e edição em vídeo, linguagem audiovisual, pré-produção, produção e pós-produção pra filmes autorais ou comerciais, além de comentários e resenhas de filmes.

5. Rodrigo Meyer – Art

Junto com a escrita, a arte visual também sempre esteve comigo desde o começo. Desenhar e pintar eram as minhas atividades preferidas. Cheguei a me aperfeiçoar o suficiente pra conseguir pintar quadros à óleo de paisagens durante a adolescência, com boa autonomia. Adentrei pra cursos de desenho a lápis e depois desenvolvi outras técnicas no curso de Comunicação Visual da EPA, como nanquim, por exemplo. Desenvolvi centenas de criações tradicionais (papel e tela), mas quando me vi distante das minhas telas à óleo me bateu um certo arrependimento e acabei me distanciando da arte um bom tempo. Foi somente na transição para o digital que retomei essa conexão. Há alguns anos concretizei diversas pinturas digitais dos mais variados estilos, indo do abstrato ao realismo. Porém, devido a escassez de tempo, me sinto enferrujado em relação aos anos anteriores. Enquanto eu não monto um álbum de portfólio no próprio blog, tenho mantido essa apresentação no Behance como uma pequena amostra do meu potencial. No Youtube você consegue acessar alguns vídeos de speedpainting com algumas ‘anotações visuais’ de ideias que tive, mas em breve o canal terá surpresas mais profissionais.

6. Rodrigo Meyer – Author

Esse é um dos espaços onde eu concentro uma parte do que eu escrevo e produzo em literatura. Por aqui você pode acompanhar, no momento, publicações diárias (sempre que possível) de artigos que compõem um projeto de cunho social iniciado a pouco tempo, onde mais de 600 temas foram predefinidos e quase 250 textos já estão no ar pra serem lidos. Da infância até hoje, escrevi muitos e muitos poemas, contos e até mesmo alguns livros. Com tamanho apreço pela literatura, tentei ser útil com ela por toda mídia e plataforma que passei. Caminhei pela expressão pessoal, análise social, filosofia e artigos temáticos para mídias próprias e de terceiros, sendo não só um hobby como também uma atividade profissional. Há livros novos pra serem lançados futuramente, mas, por enquanto, você pode acompanhar as novidades pelo blog. Depois deste projeto dos 600 temas, provavelmente, estarei postando minhas poesias, contos, prosas e outros tipos de literatura. Se você gosta de ler e que ter a chance de ganhar livros à sua escolha, entre pro grupo de Facebook ‘Para Ler‘.

7. Foto A

Esse projeto é a versão recente e modernizada de uma longa batalha tentando ensinar Fotografia para outras pessoas. Depois de deixar de lecionar presencialmente, comecei a adaptar os conteúdos para o modo texto. A versão antiga, continha até mesmo vídeos no Youtube com aulas e, provavelmente, todo esse material vai ser reformado para ser apresentado novamente tanto no Youtube quanto no blog. Além de aprender Fotografia, você fica por dentro de notícias, reviews e curiosidades no tema.

8. Arte em Frente

Outro projeto de utilidade pública para os que gostam de conhecimento e cultura, onde garimpo artes e artistas, apresentando não só suas criações, mas suas histórias e peculiaridades. Indo de artistas clássicos do passado até os contemporâneos, em todos os estilos e tipos de arte visual, como pintura à óleo, pintura digital, desenho, graffiti, modelagem 3D, tatuagem e qualquer outro conteúdo de arte. Tem havido uma certa demora em trazer novas postagens, devido a transição de conteúdo de uma antiga plataforma para a atual. Dentro do possível, no tempo livre, apareço com algum post novo. A página no Facebook vem crescendo nos últimos tempos e lá você encontra coisas surpreendentes pra contemplar e compartilhar. Há possibilidade do projeto se expandir para o Youtube também e isso só depende da demanda e engajamento de vocês.

9. Bruxaria 24 Horas

Projeto que já tem muitos anos, com centenas de conteúdos publicados. Com a transição da plataforma antiga para esta atual, o blog já está com todos os textos no ar, mas os posts ainda estão sem imagens de capa, por enquanto. Embora isso não comprometa em nada a qualidade dos conteúdos, em breve serão atualizados com as imagens. Por lá você encontra textos de ocultismo, cultura antiga, paganismo, história, magia e espiritualidade. Um projeto de grande sucesso que  alcançou mais de 9 mil inscritos no Facebook e, caso haja tempo e condições, poderá se expandir pro Youtube.

Outros Projetos

Existem inúmeros outros blogs, páginas, canais de Youtube e outras mídias e atividades que desenvolvo, porém deixarei pra citá-los em outra oportunidade. São conteúdos temáticos em Viagens, Cultura Mundial, Cultura Underground, Astronomia, Psicologia, Sociologia, Ativismo & Causas Sociais, Idiomas, Dança e muito mais.

Sempre que as pessoas ficam cientes desse mar de conteúdos e atividades em que estou envolvido, expressam um ar de surpresa como se fosse um louco exagero de minha parte. A realidade é que me sinto confortável em criar e gerenciar tudo isso, porque há duas coisas em que sou completamente apaixonado: adquirir conhecimento e ser útil ao mundo. E se me pagar um café que seja, já me disponho a fazer muito mais.

Se você está lendo esse texto estritamente pelo reader (leitor) do WordPress, clique aqui para ser redirecionado ao post original e desfrute do conforto e outros benefícios de se estar, de fato, dentro do blog.

Rodrigo Meyer

 

Especial | Pesquisa para novos projetos.

O projeto

O blog chegou em mais de 2.500 visualizações, incluindo diversos países. Atualmente estou cumprindo nele um projeto de mais de 600 temas, dos quais cerca de 250 textos já estão no ar. Por conta do blog ter se tornado relevante pra comunidade do WordPress e pra diversos outros leitores pela internet, decidi fazer uma pesquisa sobre a viabilidade de se expandir e/ou fortalecer o projeto através do apoio pelo Patreon.

Como funciona?

Para quem não conhece, o Patreon é uma plataforma onde inúmeros criadores abrem espaço pra recompensas aos usuários em troca de um apoio mensal. São estabelecidas categorias de valor e de recompensa, permitindo que diversos tipos de pessoas possam apoiar e receber seu benefício proporcional. As pessoas podem escolher apoiar um mês e desistir do próximo apoio a qualquer momento. Não há nenhuma obrigatoriedade.

Formulário do Google

Acesse aqui o formulário de pesquisa do Google para deixar sua opinião sobre essa ideia. As respostas são anônimas e são computadas automaticamente em uma planilha pra que eu possa visualizar quão viável é esta ideia e quais meios são melhores para o público. Conto com sua interação no formulário, que é algo bem rápido de responder e vai me ajudar bastante.

Gratidão,
Rodrigo Meyer

Especial | Agradecimentos.

Por hoje, enquanto estou me reestruturando pelos próximos dias, vou aproveitar pra ler ou reler algumas coisas, interagir com mais pessoas e favorecer a escrita dos meus próximos textos. Por isso, a publicação de hoje traz agradecimentos, ao invés de um artigo.

Quero agradecer, de início, ao José Waeny, cujo blog pode ser acessado aqui e que, diante do meu anúncio de pausa na escrita, dividiu o seguinte comentário:

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“Honestamente, nunca li um texto seu que fosse ruim, ou de baixa qualidade! Não deixe de produzir e apresentar, acho seus textos profundos e densos, sempre me levam a pensar e considerar suas colocações! Abs.”

Agradeço pela motivação concedida pelo José e fico muito feliz em saber que estou cumprindo o meu propósito com os textos, que é de ser útil e suscitar reflexão sobre a vida e a sociedade.

Este projeto começou há pouco tempo atrás, com o objetivo de levantar 600 temas iniciais. Já estão publicados mais de 240 textos e sigo escrevendo, sempre que possível, pra concretizar essa intenção sincera de ajuda. Ao mesmo tempo em que estou tentando suscitar pensamentos e mudanças, deixando um legado escrito, estou também cumprindo uma certa rotina de transmutação dos meus problemas em uma solução simples, porém eficiente.

A cada novo dia que me coloco a escrever, sinto como se estivesse sendo a minha própria terapia, enquanto me noto engajado e satisfeito em estar prestando algo de bom pros outros, como sempre fiz em todas as minhas iniciativas na vida. Escrevendo, conversando, ensinando, trabalhando, produzindo arte ou simplesmente dividindo meus momentos com outras pessoas, a intenção por trás sempre foi de deixar uma marca positiva de camaradagem, honestidade, entusiasmo pelas boas coisas, curiosidade, mistério, diversão, cultura, sabedoria, verdadeira amizade, verdadeira ajuda, compreensão e empatia.

Apesar de parecer fácil estar aqui com toda essa frequência, a verdade é que manter um blog ou qualquer outra mídia, dentro ou fora da internet, é sempre um esforço contínuo. Embora seja gratuito o espaço inicial no WordPress, manter-se minimamente visto pelo público requer um esforço consideravelmente maior do que se tivesse estabelecido em um plano pago, onde há suporte pra outros recursos. Além disso, os temas aqui abordados nesse projeto dos 600 temas, quase sempre alfineta muitas bolhas e pode deixar algumas pessoas desinteressadas de ler tais realidades. São temas que provocam reflexão ao invés de permitir o conformismo com os problemas e erros.

Quando escrevo, busco sempre construir e entregar algo que realmente faça sentido, que seja bem escrito não só em termos de língua, mas em termos de argumentação e fluidez. Me preocupo em tentar escrever as frases com o máximo de clareza possível, por vezes, editando trechos, em tempo real ou na revisão posterior, pra que a experiência do leitor seja agradável o suficiente pra que ele queira estar diante daqueles temas. Em qualquer expressão de conteúdo, seja arte ou não, é importante estarmos alinhados com certas premissas, pra tornar nossos objetivos viáveis. Por aqui, meu objetivo é conectar pessoas a pensamentos autônomos, mudanças de paradigmas, reflexões pessoais, sociais, políticas e até mesmo sobre questões um pouco mais abstratas da vida e das relações humanas. Para se chegar nessa conexão, é preciso traçar um caminho eficiente como trilha conhecida para cada vez mais pessoas.

Sempre que vocês interagem com as publicações, deixando seus comentários, curtindo os textos ou compartilhando em espaços onde mais pessoas possam acessar pra ler, isso ajuda a concretizar esse objetivo e dá razão de existência para tal iniciativa. Sou ciente de que, com tantos textos que já escrevi neste e em tantos outros blogs e mídias, frequentemente os novos contatos ainda não tiveram oportunidade de ler tudo que há. Mas não posso deixar de escrever pra esperar que as pessoas completem a visita a todos os demais conteúdos. Embora não seja algo tão personalizado a ponto de segurar um indivíduo por vez e conduzi-lo até a sua plenitude, esta mídia ainda pode cumprir equivalente benefício a cada um, dependendo do modo como ele mesmo se engaja no proveito do material já publicado anteriormente.

Com alguns poucos minutos diários, é perfeitamente possível percorrer algumas publicações na página principal ou buscar algo específico na caixa de pesquisa do blog e agendar sua leitura para aqueles momentos em que você está com maior tempo livre. O hábito da leitura também é uma terapia, abrindo espaço pra que sua mente interprete essa rotina como algo fácil de se fazer. Tudo que nosso cérebro exerce por mais de 30 dias configura um hábito e uma facilidade para o indivíduo. A leitura deste ou de qualquer outro conteúdo, desde que observadas as premissas de utilidade e reflexão sincera, são as portas atemporais para absorção de conhecimento e mudança, mesmo quando nosso pensamento é aberto para outras ideias diferentes das apresentadas inicialmente. A reflexão é justamente a ferramenta neutra que lhe permite entender os pontos de um contexto e extrair alguma conclusão pessoal daquilo. A cada vez que você lê e absorve conteúdos diferentes, você amplia seus parâmetros de realidade, permitindo estar mais acurado nas suas deduções ou interpretações, tanto dos textos quanto da própria realidade. Sabedoria, em última análise, é isso. O conhecimento sozinho, não transforma, mas o que fazemos com ele, sim.

Por tudo isso, o agradecimento é também a todos os leitores que acompanham minhas publicações e que me motivam a continuar escrevendo. Estão por vir novos projetos em torno da literatura e da ação social, mas, pra não queimar largada, anunciarei na ocasião mais oportuna, quanto tudo estiver corretamente encaminhado. A propósito, aqui continua sendo um espaço aberto em que vocês podem indicar temas, comentar suas opiniões, sugerir melhorias, etc. Aproveitem e entrem no grupo de leitura do Facebook, onde vocês podem falar sobre livros, blogs e todas as formas de literatura e escrita em geral, estudar e interagir em diversos idiomas, dividindo amizades e oportunidades com pessoas sintonizadas com este meio.

A propósito, conferi o setor de pesquisas e, em breve, concretizarei alguns textos com base nos temas procurados pelas pessoas. Você também pode solicitar temas pela guia ‘contato’ do site.

Gratidão,
Rodrigo Meyer